quarta-feira, janeiro 18

Razões para sorrir ....

                              
"No dia Internacional do riso, comemorado em 18 de janeiro, vale a pena a gente investir neste velho e milagroso remédio. Um sorriso tem a capacidade de curar a nossa alma, mudar o nosso dia e transformar a nossa vida. Confira 6 razões para você rir muito!

1 – Quando a gente ri, emana felicidade para o universo e, consequentemente, atrai ótimas energias.
2 – Através de um sorriso, conseguimos aliviar a tensão e espantar qualquer sinal de negatividade.
3 – Uma boa risada faz com que nos sintamos grandes, capazes, mais autoconfiantes e com capacidade de irmos mais além.
4 – Se for em grupo, a risada pode significar união, alegria, diversão, enfim, todos os sentimentos bons que nutrem a nossa alma e alimentam o nosso corpo.
5 – Uma bela gargalhada pode liberar a angústia, extinguir o medo e transformar o nosso dia.
6 – Quando sorrimos para alguém, podemos estar mudando a vida desta pessoa ou, pelo menos, parte dela. Quem planta o bem, colhe o bem.

Importante:   
                                        
Pratique a terapia do riso...
Ria de você mesmo, ria da vida, ria de seus problemas, de suas felicidades, enfim, ria muito ou por, pelo menos, 15 minutos ao dia. Pesquisas científicas mostram que pessoas felizes vivem mais e melhor.
Faça o teste! " Texto extraído 

E venha compartilhar conosco , como foi a experiênica .
Toda sexta , à partir das 19:30 horas no Encontrão do CR !!

terça-feira, janeiro 17

Entenda como a baixa autoestima pode minar sua vida pessoal

Entenda como a baixa autoestima pode minar sua vida pessoal
Relações familiares, profissionais e sociais podem ser contaminadas - Por Minha Vida

Quanto tudo vai bem, irradiamos alegria. É um "bom dia" dado com vontade, um sorriso ao pedir algo, um olhar interessado a quem vem conversar conosco. O empenho no trabalho é bom, as recompensas no amor são maravilhosas e os dias se tornam agradáveis. A sua felicidade reverbera e atinge até mesmo quem passa horas ao seu lado.

Estar de bem com a vida chama a atenção e até provoca uma certa inveja em quem não passa por um momento semelhante. Vivemos momentos de felicidade, e não sua plenitude. Sempre há algo a melhorar, um setor que é uma pedra no sapato. Seja um problema familiar, profissional ou de saúde, substituímos nossas preocupações quase o tempo todo. E aí entra o cuidado para não perder a autoestima.

Não deixe o bem-estar escapar ...Perder a autoestima pode acarretar uma série de riscos. O primeiro deles é o de não ter a mesma força de outrora para resolver as questões que se apresentam. De repente aquela pessoa feliz que você era vai se cansando e se deixa abater por críticas, sentimentos de culpa, vergonha, medos, insegurança, etc. "Quando estas sensações começam a dominar os pensamentos é possível notar uma queda no rendimento em todos os setores da vida", explica a psicóloga Doralice Lima.

O trabalho rende menos e não dá prazer. Em casa, o convívio familiar se torna um martírio, e a vontade de ficar o tempo todo na cama ou apenas com a TV como companhia aumenta. "O isolamento é sintomático e acontece em efeito dominó. Pode começar com a reclusão e terminar em depressão profunda", alerta a profissional. Ter a mente dominada por pensamentos negativos ajuda a desenvolver doenças. Tente lembrar das vezes que você teve febre, por exemplo. Geralmente ela surge depois quando você está passando por problemas pessoais ou profissionais que te desgastam. É uma forma do corpo gritar: "Não estou bem, olhe para mim".

Consequências desastrosas
Caso a autoestima sofra uma queda e não seja recuperada, pode acontecer do rendimento cair tanto no trabalho a ponto de o chefe resolver que a demissão é a melhor alternativa. Em casa, os parentes percebem o comportamento mais arredio. Os amigos também não entendem que motivo levou aquela pessoa tão querida a não se misturar mais nos eventos que combinavam com tanto prazer. "Em pouco tempo uma vida social e profissional que foi conquistada pode desmoronar", diz a psicóloga.

Há duas formas de encarar os percalços da vida: se fazendo de vítima frente a uma dificuldade ou arregaçando as mangas para resolvê-la e seguir adiante. Sempre prefira a segunda alternativa, recomenda a especialista. "Períodos de lamentação são comuns e remoer mágoas é natural. Mas esses momentos devem ser passageiros. A vida pode estagnar caso o comportamento passe a ser movido por rancores", explica a profissional.

Atenção aos sintomas
Claro que ninguém é de ferro, e todos têm o direito de chorar quando se sentem sem forças de dar o próximo passo. Mas esse instante de fraqueza precisa mesmo ser momentâneo e não perpetuado. "Quem chegou aos degraus mais altos de grandes empresas tirou forças para vencer as barreiras que se impunham e para chegar onde chegaram rejeitaram o rótulo de fracassados que em alguns momentos poderiam ter recebido caso abaixassem a cabeça para as interpéries da vida", exemplifica a terapeuta. Segundo a profissional, encare tudo de frente e pegue a vida com as mãos, ou seja, não esperar por milagres é a forma mais sadia para manter a autoestima fora de perigo.

Mais informações : http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/12861-entenda-como-a-baixa-autoestima-pode-minar-sua-vida-pessoal.htm

sexta-feira, janeiro 13

CR na Rua



Venha participar nesta sexta-feira com o CR na Rua, onde estaremos aproveitando o show de W. Smith para ajudar a restaurar vidas e fazer novos amigos.

O cantor gospel W. Smith, já conquistou a simpatia de crianças, jovens, adultos e idosos. Suas músicas viraram versões em português nas vozes de nomes populares da música gospel nacional, como Aline Barros, Ronaldo Bezerra e Toque no Altar, entre outros.

Venha, junte-se a nós !

Não importa se num altar pregando a palavra de Deus, ou numa cozinha fazendo o almoço da sua casa. Em todos os momentos a nossa condição de servo deve revelar quem é o nosso Senhor. Seja na Igreja, seja em casa, no trabalho, na rua, com os amigos, a nossa condição será sempre a mesma – servos do Senhor Jesus.

Não há como minimizar esta condição. Servir é seguir a Cristo em todas as situações de nossa vida, pois, só assim o honraremos como Senhor e Salvador de nossa vida. Da mesma forma deve ser o nosso serviço, pois onde estivermos, Jesus estará.

quinta-feira, janeiro 12

Viciado em sexo descreve processo difícil em busca de cura

 
A matéria abaixo fala da luta de um homem contra a compulsão sexual. 

O CR pode ajudar pessoas que tentam se livrar deste e de outros vícios. Assuma um compromisso com Jesus Cristo, frequente o Celebrando a Restauração e participe do Grupo de Apoio. Fazendo um pacto com Deus você vai fugir da imoralidade sexual, dar dignidade ao corpo e não ser dominado pelo desejo.

Celebrando a Restauração
Reuniões às sextas-feiras, 19h.
Local: Av. Bernardo Vieira de Melo, 1.200 – Piedade | Jaboatão dos Guararapes-PE
Informações: 3462.5808 ou 3462. 3121 | cr.recife@gmail.com |
Blog: http://cr-recife.blogspot.com/
Twittter: @CRPAES
Facebook: Celebrando A Restauração Recife

 
 
 
Apresentador e comediante britânico diz que já manteve relações sexuais com mais de 10 mulheres em uma semana.




O apresentador Jeff Leach (Foto: BBC)



 
Da BBC BRASIL - Atualizado em 11/01/2012 13h09

O lançamento do filme Shame, do diretor Steve McQueen, na Europa e nos Estados Unidos esquentou a discussão sobre o vício em sexo. No filme, o personagem interpretado por Michael Fassbender se encontra frequentemente com prostitutas e tenta conquistar todas as mulheres que encontra.

Nesta quarta-feira, um programa produzido pelo canal britânico BBC Three traz a história de um viciado em sexo na vida real. Aos 27 anos, o comediante e apresentador de TV Jeff Leach diz que quer enfrentar o problema, após ter mantido relações sexuais com mais de 300 mulheres. Leia o depoimento de Leach abaixo.

'Eu sou um conquistador, e para ser sincero, costumo ser bem-sucedido, tendo relações sexuais com mais de dez mulheres por semana, mas agora estou em uma missão para mudar.

Quero ver se consigo manter uma relação séria. Preciso descobrir o que tenho feito de errado.
Ver toda mulher como uma possível aventura sexual me deixa infeliz, me cansa e faz eu me sentir vazio e superficial, além de solitário.

Agora que estou me aproximando dos 30 anos, meus amigos estão se casando e eu percebi que não posso continuar assim para sempre. Dizem que, em média, um homem britânico tem cerca de 13 parceiras sexuais em sua vida e as mulheres, apenas sete. Eu destoo bastante desses números.

O que eu percebi é que a minha atitude em relação ao sexo não é normal. Já tendo resolvido a maior parte dos aspectos problemáticos da minha vida com relação à minha tendência a vícios - minhas experiências com álcool e drogas - este parece ser o último desafio a ser enfrentado.

Eu não quero morrer sozinho e quero ser pai. Para descobrir mais sobre mim mesmo, conversei com ex-amantes para descobrir por que não consigo ser um homem de uma mulher só.

Como já tive relações sexuais com mais de 300 mulheres, recebi muitos telefonemas, e-mails e mensagens de Twitter e Facebook. Ex-namoradas, ex-casos e mulheres com quem encontrei uma vez apenas me enviaram mensagens de apoio, demonstraram uma vontade verdadeira de me ajudar nessa jornada.

Minha ex-namorada Nicola me chamou de egocêntrico.

'Você era muito egoísta, fez eu me sentir desconfortável diversas vezes. Você fazia o que você queria', disse Nicola.

Claire, com quem tive o relacionamento mais longo, me disse que sempre temia acabar se magoando.
'Eu não achava que você conseguiria ser um bom namorado. Eu não queria ter um relacionamento com você. Eu não achava que conseguiria satisfazer você como namorada e manter seu interesse. Além disso, se você me traísse, eu ficaria destruída', disse Claire.

Essa foi dura. Quantas vezes antes será que minhas namoradas pensaram: 'Em vez de dizer que gosto dele, prefiro afastá-lo para me proteger'?

Outra ex-namorada, também chamada Clare, disse que nunca mostrei um lado vulnerável. Eu tenho medo de me machucar como aconteceu com meu primeiro amor. Mas como eu faço para conseguir ser vulnerável de novo?

Até agora, eu limitei meu tempo com cada amante. Me encontrava com uma menina e fazia ela se sentir o centro das minhas atenções por uma noite apenas para então desaparecer por duas ou três semanas. Dessa forma, conseguia manter a distância.

Quando fui ver Paula Hall, uma psicoterapeuta especializada em sexualidade e relacionamentos, ela me explicou os sinais.

'Vício em sexo é qualquer comportamento sexual que fica fora de controle. Se você está agindo de forma sexual e não sabe mais qual é o benefício para você ou por que você está fazendo isso, se você se arrepende do que fez, mas continua repetindo o comportamento, você provavelmente é um viciado', disse ela.

Eu me lembro de ter uma infância muito feliz com minha família, viajar de férias e meu pai me colocar em seus ombros e meus pais tendo um bom relacionamento. Aí, a partir dos sete ou oito anos de idade, tudo o que me lembro é deles brigando.

Hall acredita que grande parte do meu comportamento sexual se deve a meu medo de intimidade.
'
Você usa isso para se manter fora de um relacionamento. Mantendo múltiplas relações o tempo todo, você não aposta todas as suas fichas no mesmo lugar', diz Hall.

O que aprendi é que meu estilo de vida tem uma data de validade limitada. Eu quero que as mulheres pensem: 'Sim, ele é um ser sexual, mas sua natureza aventureira não impede que ele seja um cara legal, capaz de amar e ser amado.'

Percebi que até eu estar feliz comigo mesmo e me amar isso não vai ser possível, então vou me concentrar nisso.

Acabou sendo muito mais difícil que imaginei. Mergulhar em problemas de infância com uma psicoterapeuta e deixar uma multidão de ex-namoradas rejeitadas dizer onde errei certamente me deixaram deprimido.

Mas o processo me deu energia renovada para controlar meus desejos sexuais e estabelecer novas amizades com mulheres.

Estou no caminho de entender por que sou do jeito que sou e por que sinto os desejos incomuns que tenho como viciado.

Pode ser que eu nunca consiga me curar dessa doença - e, acreditem, é uma doença - mas agora posso me olhar no espelho sabendo que tive a coragem de tentar melhorar a situação.'


Fonte: http://glo.bo/w3sik0


Movimento Devagar propõe equilíbrio e bom uso do tempo livre

Paloma Rodrigues*, da Agência USP de Notícias


A retomada de consciência individual na busca por uma vida mais feliz, com mais tempo para lazer, trabalho e estudo e melhor uso do tempo livre é a proposta do Movimento Devagar, analisado em pesquisa da Escola de Comunicações e Artes da USP. Surgido na Europa, nos anos 90 do século passado, o movimento possui um conceito comportamental e não temporal. De acordo com a autora do estudo, a publicitária Marilia Barrichello Naigeborin, trabalho e consumo podem gerar um ciclo vicioso. “Quanto mais você consome, mais você precisa do trabalho. A relação fica extremamente mercantil.”, diz.

“Hoje, por inúmeras razões o tempo livre acaba sendo o tempo do consumo, o que empobrece a vida. Não podemos nos esquecer do tempo para a cultura, a família, as coisas simples da vida que não custam dinheiro”, acrescenta a publicitária.

O tema contemporâneo se insere no plano das sociedades ávidas pelo consumo, consumo este que nem sempre reflete as necessidades de seus habitantes. “As vezes, você almeja uma vida simples, mas o dinamismo e a pressão do mercado acabam te exigindo outro estilo de vida”, diz Marilia. Segundo ela, o mercado é tão dinâmico que tira das pessoas o tempo necessário para refletir sobre sua realidade. Dessa forma, elas seguem com suas rotinas, sem se darem conta de que não é aquilo que lhes satisfaz. “Poucos conseguem se questionar: eu não mudo porque trabalho demais ou trabalho demais porque não mudo?”.

A filosofia do devagar tem em si uma tensão embutida.“Como ser devagar em um contexto contemporâneo veloz? Obviamente não dá para abrir mão do mundo em que vivemos, por isso precisamos constantemente jogar com isso”, diz. Esse estado transitório, entre o veloz e o devagar, incomoda e é isso que faz a pessoa permanecer consciente daquilo que lhe faz bem e o que não faz. Tempo

O tempo livre, hoje em dia, incomoda. Depois de um tempo, ele gera angústia. Quando a pessoa se depara com a falta da obrigatoriedade do que fazer, ela fica inquieta e não se sente satisfeita. “Muitas vezes, estamos tão cansados para aproveitar o tempo livre que simplesmente o gastamos na frente da TV”.

O escape do tempo livre acaba sendo o consumo, porque é uma zona segura.


*paloma.rodrigues@usp.br


(Agência USP de Notícias)

Fonte: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/movimento-devagar-propoe-equilibrio-e-bom-uso-do-tempo-livre


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...