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quarta-feira, novembro 6

Como dizer não a procrastinação

Muita coisa pra fazer, pouca vontade de fazê-las? Sempre deixa tudo pra última hora? O Universia te ajuda a deixar a preguiça de lado e parar de procrastinar
Publicado no Universia Brasil
Como dizer não a procrastinação
Crédito: Shutterstock.com
Estabeleça o que é importante em cada momento
Você tem um trabalho a ser feito, e um bom prazo pra fazê-lo. Logo, vai adiando o início dele por ter tempo até a data da entrega. Eis que, às vésperas deste fatídico dia, você percebe que postergou tanto que sequer o começou. E agora? Para evitar esse tipo de situação, nós do Universia Brasil preparamos uma lista de 5 itens que, se você seguir à risca, farão com que você nunca mais passe por uma situação como essa. Confira:
1 – Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira
Convenhamos: os pretextos que você se dá para atrasar “um pouco” o início do trabalho nada mais são, na maioria das vezes, do que desculpas esfarrapadas. Pare de tentar se enganar. Já dizia Renato Russo: “…mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira”, então pare de tentar se enganar, ok?
2 – Tenha prioridades
Estabeleça o que é importante em cada momento. Se você acha que em determinado momento a prioridade deve ser, por exemplo, sair com os amigos que você não vê há tempos, faça isso. Mas faça sem peso na consciência, sabendo que aquilo é o certo. Faça o que deve ser feito no momento ideal.
3 – Estabeleça objetivos que podem ser cumpridos
No desespero do prazo final você provavelmente começa a se fazer promessas do tipo “nunca mais deixarei pra última hora” – e, talvez, num próximo trabalho realmente tente cumprir isso, só que fazendo tudo de uma vez, num só dia. Desnecessário (e, por que não dizer, inútil). Bons resultados não serão atingidos na correria, seja ela muito adiantada ou tardia. O melhor a ser feito é estabelecer metas e fazer tudo em etapas.
4 – Não deixe pra depois
Uma coisa é você estabelecer o melhor momento para fazer coisas, programando-se. Outra bem diferente é simplesmente falar que depois fará por pura preguiça. Se você não está fazendo nada e sabe que mais cedo ou mais tarde terá que finalizar uma tarefa, faça agora.
5 – Não seja seu maior inimigo
Muitas vezes você já está desanimado antes mesmo de tentar. Diz que não conseguirá um bom resultado, que algo é muito difícil de ser feito, etc. Pare de fazer isso. Quanto mais você disser esse tipo de coisa, mais complicado será conquistar um bom resultado. Pense positivo, aja de um jeito positivo. Arrisque-se!

sexta-feira, maio 10

A negação de estar na negação



por Rodrigo Cavalcanti *

O primeiro passo de um programa como o Celebrando a Restauração é o que chamamos de Sair da Negação, ou seja, reconhecermos nossas faltas, sejam elas quais forem. Este passo é fundamental e abre  as portas para o autoconhecimento, que ao meu ver é libertador. Pois, nossas faltas por mais que interfiram no nosso dia-a-dia não são a personificação do nosso eu, e passamos a lutar contra um inimigo conhecido.

É natural que alguém que deu este primeiro passo, saiu da negação e prossegue nos passos seguintes do programa, queira compartilha desta libertação com outras pessoas, ajudá-las a sair de suas negações também. Muitas vezes, damos feedback à estas pessoas no afã de que sirva como um espelho que reflita suas próprias falhas, que por vezes, mais nos incomodam do que de fato são adquições. E aí é onde surge a típica frase: "Você precisa sair da negação!!!".

Certa vez ouvi de uma psicóloga a seguinte frase: feedback negativo não solicitado é indesejado, concordo em parte. Quando não solicitamos alguma opinião, e mesmo assim ela é dada, e de forma negativa, o que estamos fazendo é aumentando a barreira para que a pessoa identifique as adquições que precisam ser tratadas. Todavia, se não alertamos sobre os problemas de pessoas próximas de nós, como elas enxergarão seus problemas? Gosto da psicologia infantil quando diz que devemos ensinar o que deve ser feito as crianças, e não prioritariamente o que não deve ser feito. Sejamos positivistas! Ensine o certo, mostre os valores que as pessoas têm e os quais elas precisam buscar, apresente pessoas que venceram suas lutas interiores mais ferozes, e assim, nós pecadores reconheceremos nossas faltas nestes espelhos humanos. Daí a importância testemunhal dos grupos de apoio, este deve ser o espelho, pois toda mudança imposta por fatores externos se torna inócua, precisa ser de dentro.

Uma taça de vinho para um alcoólatra é um passo para o abismo, mas outro que não possui tal adquição pode não interferir em nada em sua vida, assim não podemos rotulá-los como alcoólatras em potencial; não podemos dizer para alguém sair da negação da depressão por está passando por um momento mais prolongado de tristeza e afirma não está em depressão; muito menos afirma que alguém tem compulsão por gastar (ou comprar) por viver no limite de seu orçamento. Se olharmos ao redor veremos muitas coisas em muitas pessoas que nos incomodam, e mesmo assim elas não mudam! Não temos o direito em afirmar que estão na negação, que possuem adquições.

Corremos o sério risco de criarmos rótulos nas pessoas, precisamos diferenciar alhos de bugalhos. Tenho um problema com a procrastinação, a arte de deixar algumas coisas para depois, nem sempre é tudo, mas aquelas coisas que normalmente não são tão agradáveis de fazer, mas necessárias, acabo deixando para depois, depois, depois... Isto já me causou muitos problemas. Mas não posso dizer que os problemas decorrentes da procrastinação são também adquições que eu preciso me libertar, isso seria leviano comigo mesmo. Já fui "acusado" ter inúmeras outras adquições, as quais julgo não ter, estaria eu na negação ou de fato as possuo?! Percebem a linha tênue que existe entre uma consequência das adquições que não necessariamente são adquições, mas muitas vezes deixam marcas dolorosas e profundas nas relações humanas.

sexta-feira, março 2

A arrogância é uma das doenças mais comuns entre líderes

A arrogância é uma das doenças mais comuns entre líderes
Por Betânia Tanure | Fonte: Valor Econômico

Choque! Dias atrás, em uma palestra, travamos vigorosa discussão com um grupo de dirigentes de uma grande empresa brasileira. Executivos competentes, não resta dúvida. Afinal, dirigem uma organização da qual o país se orgulha muito. Ela proporciona milhares de empregos, gera valor para seus acionistas, apaixona as pessoas que nela trabalham entre outras coisas.
Um tema, no entanto, "pegou fogo": a arrogância. O que ela é? Não mais do que a certeza de que tudo o que se pensa, se fala e se faz está correto. É impossível para esses executivos perguntar: "Será que o que me trouxe até aqui, com muito sucesso, também me levará para o futuro?".
Eles não são contestados pelas pessoas que os rodeiam, o seu 'entourage', uma vez que elas têm medo de dizer a verdade. O poder seduz, fascina e os poderosos passam a crer que são perfeitos e infalíveis.
Um diretor da citada empresa me perguntou, de coração aberto: "Você realmente acredita que tem chance de alguma empresa ser bem-sucedida e não ser arrogante?" Respondi com uma reflexão: "Você é um executivo bem-sucedido, não é? Então significa que tem que
ser arrogante?" Ele retrucou: "Mas a empresa é mais complicada do que eu".
Mas o que é uma empresa senão as pessoas que nela estão? O grande risco do sucesso é não levar isso em conta. É desqualificar ("Afinal, ninguém entende do nosso negócio como nós"), resistir ("Em time que está ganhando não se mexe") e negar ("Somos imbatíveis!").
Vou relatar aqui um caso que pesquisamos, Sumantra Ghoshal, então professor da London Business School, e eu, dez anos atrás. Os 50 principais executivos de uma gigantesca e multimilionária corporação europeia estavam reunidos em um encontro anual de dois dias para avaliar a situação da empresa como um todo.
Em nossa análise, resolvemos fazer uma simples mas consistente comparação com concorrentes internacionais. As vendas por funcionários da empresa eram de US$ 88 mil, enquanto as da GE haviam atingido US$ 184 mil e as da Matsushita US$ 215 mil.
A margem operacional estava em 2,9%, contra 9,5% da GE e 7,6% da Matsushita. Por sua vez, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) era de 3,9%, versus 18,9% e 7,4%, respectivamente. Outros dados apresentados só confirmaram a distância entre os números da empresa avaliada e os de suas maiores concorrentes.
Pergunto ao leitor: qual sua percepção sobre esses números? Aqueles executivos, veteranos, experientes em suas áreas de atuação, não concordavam que os números indicassem um mau desempenho. Seus argumentos variavam entre câmbio, diferenças entre empresas europeias, japonesas e norte-americanas, métodos contábeis distintos, falta de mão de obra entre outros.
Naquela sala não havia ninguém incompetente. Sabemos que apenas a elite chega aos mais altos escalões hierárquicos das grandes empresas. Então, por que achavam tão difícil confrontar a realidade? Sem isso não poderiam sequer começar a discutir como melhorar o desempenho.
Aqui também o motivo é a arrogância, essa doença comum em empresas do mundo inteiro. Em conversas individuais com esses executivos, a grande maioria admitiu que os resultados eram insatisfatórios, tendo em vista a força da empresa em tecnologia, pessoas, marcas e distribuição. Mas, em um ambiente coletivo, não expunham esse pensamento.
Hoje, essa empresa ainda sobrevive. Tamanho reduzido, competitividade corroída, alguns setores vendidos, desempenho consideravelmente pior que o de dez anos atrás. E seus dirigentes ainda não fizeram a virada necessária.
Felizmente, essa fórmula não é a usada em todas as empresas. Existem muitos dirigentes lúcidos e corajosos, que se questionam sempre, sem medo, que conhecem seus pontos fracos e otimizam os fortes.
Enquanto isso, a citada corporação europeia perde espaço cada vez mais rapidamente. E, a despeito disso, talvez ainda leve executivos competentes e bem-sucedidos a acreditar que uma empresa de sucesso tem de ser arrogante. Até quando?
Betania Tanure é doutora, professora da PUC Minas e consultora da BTA

Mas LEMBRE-SE , temos uma saída :
- Busque Jesus
VISITE O CR , TODA SEXTA , À PARTIR DAS 19:30H. , VC VAI PODER COMPARTILHAR DA SUA LUTA E RECEBER AJUDA !!

quinta-feira, março 1

RIR dá mais graça a Vida

Riso espontâneo X provocado
Nosso corpo não sabe diferenciar o riso espontâneo do induzido, aquele que a gente provoca. Por isso, todas as reações neurofisiológicas que as gargalhadas espontâneas provocam, a gente consegue quando dá uma forçadinha e ri como se fosse um exercício. Depois de um tempinho, o corpo pega o embalo e vai embora na risada...
Todo o cérebro ri
Os pesquisadores não chegaram a conclusões definitivas sobre o riso,
mas já se sabe que ele envolve várias regiões do cérebro. Em experiências
com pessoas submetidas a materiais humorísticos, o que se observou foi:
O lado esquerdo do córtex (camada de células que cobre inteiramente a superfície do cérebro) analisou as palavras e a estrutura da piada;
O grande lobo frontal do cérebro, envolvido nas respostas sociais e emotivas, tornou-se muito ativo;
O hemisfério direito do córtex executou a análise intelectual necessária para "entender" a piada;

A atividade das ondas cerebrais espalhou-se para a área de processamento sensorial do lobo occiptal (área na parte de trás da cabeça que contém as células que processam os sinais visuais);
A estimulação da região motora provocou respostas físicas
à piada.
Fonte : CAREPLUS

terça-feira, fevereiro 28

Lutar sempre. Cair talvez. Desistir ? Jamais !

Bom dia Pessoal !
Na nossa luta diária , caimos algumas vezes , é verdade ....  MAs o importante disto tudo é não desistir Jamais !! Temos algumas ferramentas que nos ajudam a continuar firme no propósito de nos restaurarmos , nosso padrinho/madrina , nossos amigos de caminhadas ( prestadores de contas ) e nosso Encontrão .
Juntos somos melhores ! Venha contar uma nova história concosco !!

sábado, fevereiro 25

A comunicação está desgastada e quebrada...será possível salvar esse casamento ?!


As coisas em Deepwater Cove parecem estar mais complicadas do que nunca, especialmente para Kim e Derek. Kim é mãe de Luke e Lydia, fruto de seu primeiro casamento. Luke foi diagnosticado com diabetes e agora a irmã sente falta de atenção, agora depositada no irmão doente. Para complicar ainda mais a situação, a mãe superprotetora de seu esposo, Derek, chega para morar com eles.

Com tudo que têm vivido, Kim e Derek começam a ver sua relação perder o brilho e tornar-se um gelado inverno, com a comunicação desgastada e quebrada. Em meio a tantos desafios, será possível salvar esse casamento e restaurar o que as difíceis circunstâncias têm tirado deles?

Enquanto isso, acompanhe as novidades na vida de Patsy Pringle, Pete Roberts, Steve e Brenda, Esther e Charlie, personagens que você conheceu em Acontece a cada primavera. Uma nova lanchonete será aberta bem ao lado do salão de beleza de Patsy, movimentando ainda mais a rotina de toda a vizinhança.


Brisa de verão é a continuação de Acontece a cada primavera, série de ficções baseada no bestseller As quatro estações do casamento, de Gary Chapman.

segunda-feira, outubro 31

Agora é Festa

Queridos :
Ontem , concluímos nosso Retiro do 4o.Passo , agora realmente é festa  , vamos celebrar nosso processo de restauração , estamos curados de muitos vícios e maus hábitos e de outros Deus está nos moldando , mas estamos no processo , sem parar .....o mais importante é que o nosso passados foi  apagado , agora estamos vivendo uma nova Vida que Deus tem para mim e pra você !!
Reparações ainda serão necessárias , perdoar , pedir perdão , se perdoar .... mas aprendemos a importância de viver 1 dia de cada vez , e como diz esta canção , estavamos mortos, renascemos e enternamente Cristo vive em mim e em você !!
Vamos Adorar a Deus !!



Agora É Festa
Mariana Valadão


Eu sou bendito
Eu sou curado
Fui resgatado
Jesus pagou um alto preço por mim
O meu passado
Foi apagado
Estou vivendo
A nova vida que Deus tem para mim

Estou firmado numa rocha
Fortalecido em seu amor
Não olho pra trás, não penso em desistir
Agora sei que Cristo vive em mim
A minha vida agora é festa
Todos os dias eu vou celebrar
Estava morto, renasci
Eternamente Cristo vive em mim

segunda-feira, outubro 10

Como se livrar da compulsão alimentar?

Como se livrar da compulsão alimentar?

Você já parou alguma vez para avaliar o que o leva comer de forma compulsiva? Na grande maioria das vezes, comemos sem perceber o porquê - nos empanturrando de comida, e acabamos ingerindo junto situações e emoções sem perceber.
Isso mesmo: comemos, ou melhor, engolimos com a comida raiva, medos, tristeza, solidão, e nem nos damos conta o quanto isso é prejudicial para nosso corpo. Na grande maioria das vezes, chegamos até a passar mal, sentimos o estômago pesar, dor de cabeça, mal estar, mas nem pensamos no motivo desses acontecimentos.
Quando paramos para refletir sobre esse comportamento, nos damos conta que a comida serve como forma de amortizar o que na realidade não queremos enxergar, ou mesmo resolver, seja por receio, crenças, ou para não realizar o enfrentamento frente ao que nos incomoda.
Será que olhar de frente para o que não está bem em nossa vida não é a solução para muitos de nossos comportamentos frente à alimentação? Convido vocês a prestar a atenção nos momentos que comem em demasia, e anotar os sentimentos presentes.
No processo de anotar o que se come e o que se sente, acabamos por enxergar que comemos por vários motivos - os quais a fome nem sempre se faz presente.
A dificuldade de dizer "não" é uns dos fatores que geram situações de estresse, e dificilmente temos condições internas de resolver essa forma de se comportar. Aprender a confrontar situações que nos colocam em impasse é um bom caminho para evitar o estresse e engolir mais comida do que seria necessário para se nutrir. Pelo contrário, acabamos nos nutrindo da raiva, da insatisfação, o que faz mal a saúde física e emocional.
Para não utilizar a comida como substituto para amenizar seu mal estar, recorra a um plano de ação que o faça alcançar um conforto interno, sem fazer mal a si mesmo. Toda vez que detectar em você situações que provocam desconforto, pode recorrer ao seu plano estratégico em busca de aliviar seus problemas, evitando comportamentos autodestrutivos que podem levar ao sobrepeso e obesidade.
Comportamentos assertivos em nossa vida nos auxiliam a trilhar um caminho de respeito com nós mesmos. Isso significa que, ao dizermos "não" quando necessário, expormos nossa forma de pensar e não deixarmos pendências nos incomodar, estaremos alcançando a maturidade emocional, sabendo resolver as situações de vida nos momentos adequados e não carregando o peso de algo que só vai incomodar.
Dar-se o direito de se presentear, ou de realizar atividades prazerosas, também é uma atitude assertiva. Tente desviar a atenção dos problemas do dia a dia e vivenciar momentos agradáveis, seja com família, com amigos ou mesmo sozinhos. Quando nos envolvemos com atividades como aulas de línguas, dança de salão, aeromodelismo, patchwork e bordado, desviamos nossa atenção da comida para algo que nos dá prazer. Isso equilibra o estresse que sentimos durante o dia e nos presenteia de forma inteligente.
Agora você pode colocar em prática as dicas acima, comprovando que você pode e consegue driblar os gatilhos emocionais que levam você a comer, dizendo não a esse prazer, gerando outros prazeres que alimentarão sua vida.
Fonte :
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/14014-combata-a-compulsao-alimentar-descobrindo-gatilhos-emocionais.htm


 

quarta-feira, setembro 28

Depressão - É possível vencer este fantasma ?!

quinta-feira, junho 23

Como podemos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas , sufocadas , despressurizadas ?!

                                 
Em caso de despressurização



Eu estava dentro do avião, prestes a decolar, e pela milionésima vez escutava a orientação do comandante: "Em caso de despressurização da cabine, máscaras cairão automaticamente a sua frente. Coloque primeiro a sua e só então auxilie quem estiver a seu lado". E a imagem no monitor mostrava justamente isso, uma mãe colocando a máscara no filho pequeno, estando ela já com a dela.


É uma imagem um pouco aflitiva, porque a tendência de todas as mães é primeiro salvar o filho e depois pensar em si mesma. Um instinto natural da fêmea que somos, todas. Mas a orientação dentro dos aviões tem lógica: como poderíamos ajudar quem quer que seja estando desmaiadas, sufocadas, despressurizadas?


Isso vem de encontro a algo que sempre defendi, por mais que pareça egoísmo: se quer colaborar com o mundo, comece por você.


Tem gente à beça fazendo discurso e reclamando em nome dos outros, mas mantém a própria vida desarrumada. Trabalham naquilo que não gostam, não se esforçam para manter uma relação de amor prazerosa, não cuidam da própria saúde, não se interessam por cultura e informação e estão mais propensos a rosnar do que a aprender. Com a cabeça assim minada, vão passar que tipo de tranqüilidade adiante? Que espécie de exemplo? E vão reivindicar o quê?


Quer uma cidade mais limpa, comece pelo seu quarto e seu banheiro. Quer mais justiça social, respeite os direitos da empregada que trabalha na sua casa. Um trânsito menos violento, é simples: avalie como você mesmo dirige. E uma vida melhor para todos? Pô, ajudaria muito colocar um sorriso neste rosto, parar de praguejar, encontrar soluções viáveis para seus problemas, dar uma melhorada em você mesmo. Tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa, tanto a parte boa como a parte ruim da nossa história, salvo tragédias pessoais e abandonos sociais. E, mesmo entre os menos afortunados, há os que viram o jogo, ao contrário dos que viram uns chatos.


Antes de falar mal da Caras, pense se você mesmo não anda fazendo muita fofoca. Coloque sua camiseta pró-ecologia, mas antes lembre-se de não jogar lixo na rua e nem de usar o carro desnecessariamente. Uma coisa está relacionada com a outra: você e o universo. Quer salvá-lo? Garanta-se primeiro. Não se sinta culpado em pensar em si próprio. Cuide da sua saúde. Arrume o que é seu. Agora sim, estando quite consigo mesmo, vá em frente e mostre aos outros como se faz.

Martha Medeiros

segunda-feira, março 8

.:. 12 Passos .:.



PASSO 1
Admitimos ser impotentes diante de nossos traumas, nossos vícios e nossos comportamentos compulsivos que tornaram nossas vidas ingovernáveis.

PASSO 2
Viemos a acreditar que um poder superior a nós mesmos poderia restituir nossa sanidade.

PASSO 3
Decidimos entregar nossas vidas e nossas vontades aos cuidados de Deus.

PASSO 4
Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.

PASSO 5
Admitimos para Deus, para nós mesmos e para outro ser humano a natureza exata dos nossos erros.

PASSO 6
Dispusemo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.

PASSO 7
Humildemente Lhe pedimos que removesse todas nossas imperfeições.

PASSO 8
Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e dispusemo-nos a fazer reparações a todas elas.

PASSO 9
Fizemos reparações diretas a tais pessoas sempre que possível, exceto quando fazê-lo implicasse prejudicá-las ou a outras.

PASSO 10
Continuamos a fazer o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitimos prontamente.

PASSO 11
Procuramos através da oração e da meditação melhorar o nosso contato consciente com Deus, pedindo apenas para conhecer a Sua vontade para nossas vidas e força para realizá-la.

PASSO 12
Tendo experimentado um despertar espiritual como resultado destes passos, procuramos levar esta mensagem a outros e praticar estes princípios em todos os aspectos da nossa vida.
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